BARULHO DEMOCRÁTICO

Em tempos de tanto barulho “democrático” vemos nas Sagradas Escrituras um grande exemplo de oração sincera que todo governante deveria fazer; a oração do Rei Salomão: “Teu servo se encontra no meio do povo que tu mesmo escolheste, uma população tão grande que nem se pode contar. Dá, portanto, a teu servo um coração sábio, que possa discernir entre o bem e o mal, a fim de que eu possa governar o teu povo com justiça e equidade, pois sem a sabedoria que vem de ti quem pode governar este teu grande povo?” (1 Reis: 3.8-9).

A falta de governantes com o coração voltado para o Senhor culmina nesse caos que estamos vivendo em nosso país. Se tivéssemos governantes que se prostrassem diante do Senhor e fizessem essa oração, assim como foi com o rei Salomão, eles teriam suas orações respondidas pelo próprio Deus da seguinte maneira: “Porque foi este o teu pedido, e já que não pediu para ti vida longa, nem riqueza, nem pediu a morte dos teus inimigos, mas solicitaste para ti discernimento para ouvir e julgar com justiça, farei o que pediste. Eu te concederei um coração sábio e capaz de discernir com inteligência, como jamais houve antes de ti e depois de ti nunca haverá! Também te dou o que não pediu: riquezas e glória, de modo que durante tua vida não haverá rei semelhante a ti! E mais: Se andares nos meus caminhos, obedecendo aos meus estatutos e aos meus mandamentos, como procedia Davi, teu pai, Eu prolongarei os teus dias sobre a terra!” (1 Reis 3.11-14). A promessa de Deus é de ordem, paz e justiça para a nação (Salmo 33.12); e de longa vida aos governantes que se prostram ante sua Soberania.

E se nós orássemos dessa forma? Com toda certeza escolheríamos melhor nossos governantes. Escolheríamos aqueles que voltariam seus corações diante do Senhor para ouvi-lo e obedecê-lo. Não seríamos mais governados por pessoas que buscariam interesses pessoais e partidários, mas, por aqueles que buscariam os interesses da nação. Teríamos descanso, paz e justiça. Todavia, quando optamos por aqueles que não se dobram, o resultado é calamitoso e sujeito a tragédia absoluta, constante e destrutiva. Por isso, o processo começa em nós. O início da mudança começa em mim. Não é o outro primeiro. Sou eu. Não são eles. Somos nós.

Oremos por nossos governantes. Oremos por nosso país. Clamemos por sabedoria a nós, pois carecemos. “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida” (Tiago 1.5).

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